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R. Teixeira Soares, 50 - Seminário, Curitiba

ESPECIALISTA
DA DOR

Medicina da dor e intervenção em dor

Dra. Cristina Clebis

Especialista da dor

Como assim Dra? Existe médico especialista em dor? Sim, e precisa muito! Cerca de 30% da população mundial tem algum tipo de dor crônica e necessita de tratamento especializado para isso.

Os pacientes sempre se surpreendem quando explico a minha especialidade. De fato ela é nova mesmo, ainda pouco conhecida e seus grandes benefícios são pouco difundidos.

Minhas
Especializações

Cefaléia

Popularmente conhecido como dor de cabeça, é uma das principais queixas de dor da população geral, e a segunda maior causa de procura ao pronto atendimento.

Dores Osteo-Musculares

É uma condição que inclui uma variedade de distúrbios que causam dor em ossos, articulações, músculos, ou estruturas circunjacentes.

Dores Viscerais

Ocorre quando os estímulos que vão produzir a sensação de dor provêm das vísceras, é causada quase unicamente por distensão ou estiramento dos órgãos.

DEPOIMENTOS

dos clientes

Dra. Cristina Clebis

Minha formação inicial é como médica anestesiologista e na sequência realizei a formação de dor e a minha titulação de “Área de atuação em dor”, nome da especialidade. Já durante a minha formação em anestesiologia me interessava pelos cuidados ao paciente com dor. Sou certificada em intervenção em dor pela World Institute of Pain como Fellow Interventional Pain Pratice – instituição reconhecida mundialmente por reunir os melhores médicos intervencionistas em dor.

O nosso foco de atuação é em procedimentos minimamente invasivos para o tratamento da dor que chamamos de Intervenção em Dor. São procedimentos guiados por alguma forma de imagem como raio X em tempo real ou ultrassom que realizamos para diagnóstico da causa da dor e para o tratamento preciso.

São os bloqueios Dra? Sim e muito mais do que isso! Quando falamos em bloqueios estamos sendo bastante “genéricos”. Se pudéssemos resumir nossa atuação diariamos que o intervencionista em dor utiliza além das injeções, conhecidas como bloqueios, técnicas bastante modernas e recursos avançados como implante de eletrodos de estimulação medular, radiofrequência e implante de bomba de fármacos. Isso faz com que grande parte dos casos de dor sejam aliviados e controlados.

Currículo:

 

Médica pela Universidade Federal do Paraná.

Residência Médica em Anestesiologia pelo Hospital de Clinicas – UFPR/PR

Pós graduação em Dor pelo Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês.

Pós graduação em Anestesia Regional guiado por ultrassom pelo Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês.

Intervenção em Dor pela Singular- Campinas/ SP

Intervenção em Dor pelo Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês.

Fellow Interventional Pain Pratice – World Institute Of Pain

Especialista com Área de atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira- AMB

Título Superior em Anestesiologia pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

MBA gestão em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas

Co-responsável pelo CET de anestesiologia do Hospital Universitario Cajuru- Curitiba/ PR

Responsável pelo Serviço de Dor Crônica do Hospital  Universitário Evangélico Makenzie- Curitiba/PR.

Contato

Para entrar em contato, preencha o formulário ao lado ou ligue para os números abaixo.

Bomba de Fármacos

mais conhecida como bomba de morfina é um dispositivo que libera medicação de maneira automática através de um cateter diretamente dentro da coluna próximos aos nervos da região onde o paciente sente dor. É um sistema totalmente implantável, não apresenta nenhuma parte externa ao corpo do paciente. Realizamos a sua colocação através de uma agulha e dois pequenos cortes: um na coluna e outro no abdomen de maneira superficial podendo ser realizado com anestesia local e sedação com alta no mesmo dia. Além de morfina podemos utilizar outras medicações que nos auxiliam no controle da dor. Indicado para os pacientes com lombalgia persistente após cirurgia de coluna, dores neuropáticas, dor complexa regional, espasticidade e é o padrão ouro no tratamento da dor oncológica.

Cefaleias

As dores de cabeça são uma das principais queixas de dor na população geral e a segunda causa de procura ao pronto atendimento. As cefaleias mais comuns são as do tipo tensional e enxaqueca. Realizamos o tratamento clínico e de intervenção em dor nesses casos através de medicações, bloqueios de nervos, aplicação de toxina botulínica e para os casos mais graves implante de eletrodos medular e de nervos occiptais.

Cervicalgias

A dor na coluna cervical é muito frequente e limita as atividades diárias com perda da qualidade de vida. As causas mais comuns são as dores musculares miofasciais, apertamento dentário, dores das articulações facetarias e as hérnias discais. O diagnóstico correto da dor pode ser realizado através de anamnese, exame físico, exames de imagem e se necessário bloqueios testes. O tratamento pode ser realizado através de medicamentos, reabilitação e fisioterapia, inativação de pontos gatilhos, aplicação de toxina botulínica e em casos refratários técnicas de intervenção.

Dor aguda pós operatória

A dor é um fenômeno frequente no pós-operatório que pode gerar sofrimento e riscos desnecessários ao paciente, haja vista mais de 80% dos pacientes submetidos à cirurgia relatam dor no pós-operatório a despeito do tratamento administrado

Dor Miofascial

Queixa comum no nosso consultório de dor pode ter diferentes causas. As mais frequentes são o apertamentos dentários e bruximos, a dor miofascial, a disfunção temporo mandibular, dor irradiada vinda da cervical e as neuralgias, entre eles a mais grave a neuralgia do nervo trigemio. O tratamento depende da causa e uma boa investigação faz parte do planejamento terapêutico que será realizado com medicações, reabilitação, uso de placas noturnas, bloqueios de nervos, bloqueios intra articulares e nos casos refratários técnicas de intervenção em dor.

 

Dor Oncológica

Até 90% dos pacientes com câncer irão apresentar dor de moderada a forte intensidade ao longo do tratamento oncológico e até 30% irá necessitar de tratamentos mais intensivos para o controle da dor. O tratamento adequado e precoce da dor oncológica além de evitar o sofrimento desnecessário melhora a qualidade de vida e a sobrevida desses pacientes. Muito mais do que o uso do morfina hoje dispomos de técnica avançadas, minimamente invasivas e bastante eficientes para o controle da dor oncológico como bloqueios e implantes de bombas de fármacos.

Dor Pélvica Crônica

A dor pélvica crônica é uma condição de longo prazo que afeta as mulheres. É caracterizada por dor abdominal (barriga) na área abaixo do umbigo presente há pelo menos 6 meses. Há muitas causas possíveis para esta condição. Estas causas são muitas vezes difíceis de tratar, o que leva muitas pessoas com dor pélvica crônica a se sentirem insatisfeitas ou frustradas. A fisioterapia também pode ajudar. O exercício regular e a manutenção da boa função intestinal são úteis para algumas pessoas.

Dores Abdominais Funcionais

A dor abdominal funcional é um grupo de distúrbios gastrointestinais recorrentes que inclui: dor abdominal recorrente, dispepsia funcional e síndrome do intestino irritável. É a condição mais comum observada pelos gastroenterologistas pediátricos, e o diagnóstico pode ser feito em crianças que sofrem desse quadro durante dois meses ou mais.

Dores após AVC's

Um em cada 10 pacientes que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofre de dor crônica e debilitante, tipicamente descrita como “uma dor afiada” ou “uma queimação”. A dor após acidente vascular cerebral é comumente relatada, mas muitas vezes incompletamente gerenciada, o que impede a recuperação ideal do paciente.

Dores Neuropáticas

A dor neuropática é um tipo de dor crônica que ocorre quando os nervos sensitivos do Sistema Nervoso Central e/ou periférico são feridos ou danificados. Esse tipo de problema está presente em até 10% da população e pode ser incapacitante, causando diferentes sensações de dor.

Dores nos membros inferiores

A dor nas pernas pode ter diversas causas, como má circulação, dor ciática, excesso de esforço físico ou neuropatia e, por isso, para identificar a sua causa deve-se observar o local exato e as características da dor, assim como se as duas pernas são afetadas ou somente uma e se a dor piora ou melhora com o repouso.

Dores nos membros supeiores

A dor nos membros superiores geralmente não é sinal de um problema grave, especialmente quando é pouco intensa e surge gradualmente, estando na maior parte dos casos relacionada com alterações nos músculos ou tendões, por excesso de exercício ou lesão.

Para conseguir identificar o que está causando o sintoma, deve-se observar quando a dor no braço surgiu, sua intensidade e se melhora ou piora com o repouso. 

Dores Orofaciais

Todas as dores que estão associadas à pele, ossos, dentes, glândulas e músculos localizados na boca, face, cabeça e pescoço são chamadas orofaciais. O primeiro profissional que identifica o problema é o cirurgião dentista. Mas existem dores que são causadas também por fatores neurológicos, otorrinolaringológicos e oftalmológicos.

Dores Pós Traumas Raquimedulares

Entende-se por traumatismo raquimedular (TRM) lesão de qualquer causa externa na coluna vertebral, incluindo ou não a medula ou as raízes nervosas, em qualquer dos seus segmentos (cervical, dorsal, lombossacro). Frequentemente está associado a trauma cranioencefálico ou politrauma.

Dores Torácicas

Dor torácica é a sensação de dor ou desconforto , localizada na região anterior do tórax. Frente a um sintoma de dor, devemos definir os seguintes aspectos: localização, irradiação, característica, duração, fatores precipitantes, fatores que melhoram e pioram a dor e, ainda, os sintomas associados.

Dorsalgias

Dorsalgia, popularmente conhecida como dor nas coluna torácica é uma dor sentida na região dorsal. O incômodo pode advir de músculos, nervos, ossos, articulações, vísceras, dentre outras estruturas relacionadas à coluna vertebral.

Eletrodo de Estimulação Medular

O eletrodo de estimulação medular ou implante de eletrodo epidural para estimulação medular – ou algum dos seus nomes associados – é uma técnica cirúrgica utilizada para o tratamento da dor crônica, principalmente do tipo de dor neuropática.

Fibromialgia

Estima-se que até 11% da população mundial conviva com a fibromialgia. Mas outras doenças que não a fibromialgia também podem provocar dores generalizadas. Para que o diagnóstico correto seja firmado lançamos mão de uma boa anamnese, exame físico e exames de laboratório e imagem podem ser utilizados. Tratamentos medicamentosos, terapia venosas, técnicas de reabilitação e uso de novos recursos tecnológicos podem ser utilizados.

Lombalgia

É uma das  principais queixa de dor no pronto socorro. Gera perda de qualidade de vida e redução de produtividade. 90% das pessoas terão um episodio de lombalgia aguda ao longo das suas vidas. Nem toda dor lombar é causada por hérnia de disco e nem toda dor lombar necessita de cirurgia. Realizamos o tratamento das lombalgias com técnicas minimamente invasivas com radiofrequência, bloqueios anestésicos, medicina regenerativa e aplicação de toxina botulínica associada a medidas de reabilitação e fisioterapia. As indicações de cirurgia para coluna estão cada vez mais restritas a casos muito específicos.

Neuralgia Pós Herpética

O herpes zoster atinge pacientes mais idosos e causa dor de forte intensidade e difícil tratamento. Atinge pacientes com mais frequência a partir dos 50 anos. O herpes zoster é causado pelo vírus Varicela zoster que provoca a varicela quando somos crianças e fica posteriormente latente adormecido no nosso sistema nervoso particularmente próximo a medula. Quando envelhecemos nossa imunidade celular naturalmente diminui e o vírus aproveita para fazer uma nova infecção, mas agora escolhendo um único nervo. As regiões mais comumente afetadas são a face, tórax, abdômen e quadril, mas também pode ocorrer em mãos e pés. Até 30% dos pacientes após o episódio de herpes zoster podem evoluir com dor crônica. Medicamentos orais e tópicos podem ser utilizados, além da aplicação de toxina botulínica, bloqueios de coluna e de nervos e até o mesmo o implante de eletrodo de estimulação medular pode ser utilizado.

Ozonioterapia

A ozonioterapia é uma terapia médica que consiste em administrar o ozônio no corpo, que é um gás composto por 3 átomos de oxigênio (O3), pois ajuda a melhorar a oxigenação dos tecidos, a aumentar a resposta do sistema imunológico a doenças infecciosas como feridas infectadas ou HIV, e ajudar a aliviar a dor crônica causada pela artrite reumatóide ou fibromialgia, por exemplo.

Reabilitação de Atletas

Tem como objetivos a melhora clínica e funcional dentre o menor tempo possível para o retorno à prática da atividade física. Para se atingir esse objetivo de forma mais segura possível, deve-se lembrar que a atividade desportiva exige um grande desempenho do organismo e das habilidades do indivíduo.

Toxina Botulínica

Os efeitos da aplicação da toxina botulínica são amplamente conhecidos e utilizamos para o tratamento da dor orofacial, cefaleias, neuralgia do trigêmeo, neuralgia pós herpética, tendinites, dores articulares, espasticidade, polineuropatia periférica e dor complexa regional.